Um Curioso

O triste final dos cães de 2 cabeças criados na Rússia. Os médicos queriam muito mais!

No último século a humanidade sofreu bastante com as duas guerras mundiais que tiveram uma longa duração. Mas esses eventos, além de causar a morte de milhões de soldados e inocentes, também tiveram um aspecto obscuro de experimentos médicos que foram desenvolvidos ainda por um longo tempo depois que a guerra terminou. Esse caso que veremos a seguir é um dos poucos que foram revelados.

O Dr. Vladimir Demikhov foi um especialista soviético que teve seu ápice durante a Guerra Fria, que dividiu o mundo em dois lados opostos. Embora ele fosse um líder na especialidade de transplantes, ele realizou alguns experimentos que foram e são criticados até os dias de hoje, como é o caso do cão de duas cabeças.

O Dr. John Conte, uma das autoridades mais influentes do mundo na área de transplantes cardíacos, assegura que o trabalho de Demikhov foi extremamente “engenhoso”.

De acordo com os registros, Demikhov teria criado pelo menos 20 criaturas na Alemanha Oriental nos anos 50 e 60. Enquanto a maioria dos seus animais só sobreviveu alguns dias, o mais impressionante foi aquele que conseguiu viver 29 dias. 

O experimento que acabamos de ver foi realizado em 1956 onde o ​​médico adaptou um cachorrinho de apenas 2 meses de idade na parte superior de um pastor alemão. As artérias que bombeiam o sangue dos animais foram combinadas, enquanto ambos mantiveram seu próprio sistema imunológico.

Para realizar esta façanha, Demikhov amputou a parte inferior de um dos cachorros, o que significa que o animal ainda manteve seu coração e seus pulmões. Os vasos sanguíneos vitais dos 2 cães foram expostos e costurados, enquanto suas vértebras se juntaram usando cabos de plástico.

Mas Demikhov e sua equipe não só se dedicaram a criar uma espécie de quimeras, mas também atribuíram o primeiro transplante de pulmão no mundo, bem como a primeira operação de artéria coronária em um animal.

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